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All reviews - Movies (6) - TV Shows (1) - DVDs (2)

Lucy review

Posted : 2 years, 9 months ago on 10 November 2014 11:37 (A review of Lucy)

BIZARRE! Don't loose your time with this crap. It may pretend to be a good movie until the first hour, but it turns into madness and nonsense through the last part. If you have a piece of brain inside your head, you may find yourself ashamed of loosing so much time in front a complete waste of money. This is so nasty shit of a movie that made me come back to listal after almost 1 year away JUST to WARN YOU GUYS how much of a waste this crap is.


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Iron Man 3 review

Posted : 4 years, 3 months ago on 29 April 2013 02:32 (A review of Iron Man 3)

My expectations were way too much high for this movie. I couldn't be more disappointed. What the hell Mr. Shane Black?! Awful. It almost made Green Lantern seems like a good movie. What a pity. Great potential, and it was destroyed...


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Looper review

Posted : 4 years, 10 months ago on 1 October 2012 06:43 (A review of Looper)

Muito bom trabalho de efeitos especiais, excelente visual, mas o filme tropeça em alguns problemas de enredo, além disso os personagens não cativam o suficiente. É um bom filme mas deve passar muito longe do Oscar.

Great job on the visual effects, good production, but the movie looses some points by some plot problems, and beyond that, the characters lacks charisma. It's a good movie, though, but shall stay far away from the Oscar prize.


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Wall-E review

Posted : 6 years, 5 months ago on 27 February 2011 10:18 (A review of Wall-E )

Excellent movie, outstanding dvd wich includes two priceless short films. This is that rare kind of movie wich you can't just watch once, and every time you watch it, you see something you'd never noticed...

The soundwork (by the genius Ben Burtt) is a materpiece itself. Monstruously well directed, this movie has so many details in it production as tiny movements, tiny elements... There's no words good enough. One of my favorites DVD's in my entire collection. One of the best movies I've ever seen. Seriously!


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The Tigger Movie review

Posted : 7 years ago on 27 July 2010 08:26 (A review of The Tigger Movie)

Tão doce e tão puro, amolece qualquer coração. Todo pai deveria assistir com seus filhos. Aliás, a mensagem é tão bonita e a ação é tão bem produzida que torna o filme realmente marcante.

Fala sobre família e fraternidade, com cenas engraçadas de verdade sem cair no pastelão-bobão. Certamente meus filhos vão ser educados com muito Winnie The Pooh e Cia


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Desenho animado o CACETE! Uma obra-prima!

Posted : 7 years, 10 months ago on 21 October 2009 06:58 (A review of Avatar: The Last Airbender)

Eu até costumo confiar bastante no IMDB, mas não porque ele me indica o que é bom, e sim porque eu, depois de assistir algo, acabo comprovando e concordando com as notas que ele dá a um determinado título.

Por exemplo, após assistir todos os episódios de Avatar: The Last Airbender, (e são 60 episódios) eu decidi procurar por referências no IMDB, apenas para ver mais informações sobre essa série que eu havia adorado tanto. Fiquei realmente surpreso ao ver a impressionante nota 9.3.

Só pra comparar, no mesmo período:
LOST - nota 9.1
HOUSE M.D. - nota 9.3.

Entre as animações? OK!
Shin Seiki Evangerion (Neon Genesis Evangelion)- nota 9.0
Akira - nota 7.9

Pois é... Avatar, mesmo que seja uma animação de altíssima qualidade e profundidade, continua sendo muito injustamente colocada na mesma cesta que "Bob Esponja" e "Ben 10". Por isso que muita gente não a conheça e aumente seu reconhecimento.
Sei que essas são boas séries, mas nunca poderiam ser comparadas de forma justa, já que essas são realmente bem mais (pra não dizer exclusivamente) voltadas ao público infantil. E com notas bem inferiores: 8,2 para o da Calça Quadrada e 7,2 pro carinha de Alien Force.

A comparação vem de um preconceito: AVATAR foi lançado pela Nickelodeon, um canal conhecido por também lançar Bob Esponja. O problema disso é que com o rótulo de desenho animado, e sendo oferecido como um produto para crianças, a obra acabou caindo injustamente no crivo de um público que não costuma ter o hábito de acompanhar uma série do começo ao fim, já que assistem a dezenas de outros desenhos, e também que não se dispõem a se ater à profundidade e riquíssimas minúcias de AVATAR. Pra se gostar dessa série, você precisa se ater a isso.

Aqui escreve um cara de 28 anos que é um fã de Katsuhiro Otomo (Akira, Steam Boy), de Masamune Shirow (Ghost In The Shell) e Hideaki Anno (Neon Genesis Evangelion), mas devo confessar que tendo assistido e estudado sobre essas indiscutíveis obras-primas, nenhuma delas me deixou fixado e extasiado no mesmo grau que "Avatar: The Last Airbender" conseguiu fazer.

Bastou que eu assistisse 3 episódios para que eu ficasse terrivelmente envergonhado depois de ter agido com tamanho preconceito em relação a esta série. Avatar apresenta um excelente conjunto de Enredo, Música, Animação, Humor e Drama.

Talvez baste dizer que nenhuma série, até então, havia me feito chorar. Tampouco chorar e rir com tamanha intensidade, nem mesmo tinha me feito ficar aficcionado ao ponto de escrever um review sobre ela. Avatar não merece o rótulo que tem, seja você criança, jovem ou adulto, de qualquer gênero, posso garantir que em algum grau, e no mínimo bem alto, essa série vai mexer com sua vida.


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G.I. (Gastei o Ingresso) JOE

Posted : 8 years ago on 10 August 2009 03:37 (A review of G.I. Joe: The Rise of Cobra)

O que você costuma procurar num filme? E o que faz com que você goste dele? Normalmente a resposta depende de com que tipo de filme estamos lidando, e do nosso humor na hora em que nos sentamos diante da telona ou da TV de casa e apertamos play. Mas é basicamente a idéia de “ser convencido” e “ser envolvido com a história” que procuramos e que nos faz sorrir de satisfação quando as luzes do cinema se acendem após uma boa sessão.
Em G.I. JOE, se você espera ver cenas de ação eletrizantes, lutas que grudem você na poltrona e movimentos acrobáticos ultra bem filmados, sinto muito, você vai esperar sentado até as luzes acenderem. Tudo bem, talvez eu é que não seja tão impressionável, mas as cenas de luta são tão mal exploradas que dá sono. Cansa de ver.

Se você então tem esperança em ver efeitos visuais incríveis, CGI altamente realistas e design de produção convincentes, você também se decepcionará amargamente. Passaram longe da tecnologia e qualidade de Transformers. Aeronaves que parecem ter esquecido de finalizar o rendering, Chroma key evidente em cenas bestas. Virou moda explicar tudo com nanotecnologia no cinema ultimamente, até controlar humanos para que obedeçam a controles remotos com tela touch-screen e sejam imunes a veneno de cobra o que até o fim do filme isso não revela nenhuma justificativa, mas merece animação didática à la "Dr. House" e tudo. Foi demais pra minha cabeça...

Pessoas em CGI dando saltos absurdos com movimentos tão mal modelados que você ri e faz de conta que não viu o que viu. No fim todo mundo nota. Nessa hora é comum ouvir gargalhadas no cinema. Lembra que você percebeu que Neo parecia um bonequinho de borracha em Matrix 2? Pois é...
Se você então deposita suas fichas em pelo menos algum humor, um pouco de comédia , algum alívio cômico e atuações convincentes que paguem o ingresso, você se frustra novamente. A menos que você tenha se divertido com o Marlon Wayans de “Todo Mundo em Pânico” e “As Branquelas”. Ele só arranca risos de vergonha alheia mesmo porque sua tentativa de convencer no papel de um soldado de elite é completamente falha. Channing Tatum é bem mais técnico e sua cara-de-mau até convence nesse aspecto, mas sua atuação também não vai mais longe que isso. Sienna Miller faz o papel da mulher vilã gostosona de decote que luta corpo a corpo contra a mulher do bem quando todo mundo luta contra todo mundo no alto do filme.
Byung-hun Lee no papel de Storm Shadow (Ninja Branco) talvez seja o cara que faria você sentir algum alívio quando entra em cena. Expressões convincentes e postura de um verdadeiro vilão implacável. Mas a alegria acaba quando começam a contar a história que remonta à infância dele e do Snake Eyes. Não dava para ser mais clichê. Simplesmente jogaram uma motivação infantil besta no vilão e deixaram assim mesmo.

O filme fica sendo constantemente atrapalhado por atuações e detalhes irritantes, como o bigodinho e franja de Saïd Taghmaoui e seu jeitinho estranho... A boca torcida e o cenho franzido do Dennis Quaid pra nos convencer que ele é o militar valentão e sério, a burrice dos “heróis” diante do óbvio plano dos vilões e aquela historinha padronizada de “Sequestrem o herói! Quero-o vivo! Contarei a ele todo o meu plano maligno antes que ele me mate de uma maneira altamente irônica.”

O filme exagera na tecnologia militar e mostra pessoas dirigindo carros e motos perfeitamente comuns em Paris, enquanto aeronaves movidas a propulsão elétrica de todos os tamanhos com piloto automático e comando por voz circulam por todos os lados. Complexos militares gigantescos de fora e aparentemente minúsculos por dentro construídos sob o gelo do pólo norte são coisas típicas dos vilões mais batidos e psicodélicos de um filme de James Bond.
Stephen Sommers (O Escorpião Rei, A Múmia, Van Helsing, Deep Rising) decidiu não se furtar do exagero possível de ser compreendido em algum filme de “Star Wars” mas completamente descabido em qualquer “futuro-não-muito-distante” que se possa meramente imaginar. Exagero em dimensões, exagero de tecnologia, exagero de clichês, exagero de atores ruins, exagero de atores melhores fazendo pontinhas...

Do meu ponto de vista, fico martelando na minha consciência o desperdício de dinheiro que foi aquele ingresso. Se fosse pra ver o que vi, ficaria contente em reassistir “Doom: A porta do Inferno” e “007: Um Novo Dia Para Morrer”. E quando “Boom-Boom-Pow” (música do Will.i.am) tocou nos créditos eu fiquei imaginando uma forma de reaver meu dinheiro e tempo gastos... Mas daí eu me dei conta: Eu gostava disso quando era criança, e gostaria se fosse criança hoje. Naqueles tempos quando eu nem sabia o que era clichê, e quando qualquer caixa de papelão convencia minha imaginação fértil transformando-se em uma aeronave de altíssima tecnologia... Preferia ter visto esse filme antes dos 10 anos, e nunca mais. Hoje, quase 20 anos depois, talvez eu me lembrasse dele com a fantasia de que teria sido um bom filme.


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It´s not a Movie. It´s a roll of CRAP.

Posted : 8 years ago on 5 August 2009 07:35 (A review of You Don't Mess with the Zohan)

Let me state it clearly: It´s, from farest as possible, the WORST movie I ever seen until now. I pray for God to save me from watching anything that terrible again. And I swear to God that I will never let any friend of mine to spend even a minute watching this horrible piece of sh*t.

1) This movie is SO bad, that it has really redefined the concept of "TERRIBLE" for me;

2) This movie is SO f*ckin annoying that I would rather to watch any nonsense repetitive flash or gif animation with freaking sounds for two and a half hours in any cinema.

3) This movie doesn´t deserves even the minimum rating. To be perfectly fair with those weird Bollywood´s movies (not pretending to offend anyone), It should have a NEGATIVE RATE for us to vote.

4) My record (wasting time) watching "You Don´t Mess with the Zohan" is precisely - unbelievables - 21 minutes and 23 secs. I´ll never forget those claustrophobic, panic and painful seconds... OBS: For my mind protection this attempt wasn´t uniniterrupt.

The 4 is just a joke. Believe it or not, unfortunetely I do really watched it ALMOST entirely... (I was forced to.)


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A visão idílica da Máfia por Coppola (PortuguêsBR)

Posted : 8 years ago on 23 July 2009 07:42 (A review of The Godfather - The Coppola Restoration)

O filme começa com a frase "Eu amo a América. A América fez minha fortuna.", isso já diz bastante sobre o filme que estamos por ver. Uma mistura de amor e sucesso. A luz dura sobre o rosto de Bonasera acrescenta um tom sombrio para o cenário, no caso o escritório (quase um consultório) do "Padrinho", onde acertos e acordos que determinam vidas e fama, se resolvem e se consumam com um beijo humilde na mão do personagem que cristalizou Marlon Brando para sempre, o eterno Vito Corleone.

O filme é recheado de estrelas, muitas das quais solidificaram suas carreiras justamente a partir dessa obra. A exemplo disso temos Al Pacino, Robert Duvall, Diane Keaton e James Caan, para citar apenas as do primeiro filme.

A música suave de Nino Rota (mais um ponto para a insistência de Coppola) ajuda a colorir muito romanticamente o enredo dramático do filme. É justamente essa contraposição de Thriller / Drama / Romance característica que separa Godfather da maioria dos filmes de máfia.

Coppola, pela adaptação sublime da obra de Mario Puzo, agregou a Máfia um estereótipo romântico que jamais conseguiria nem ser captado com a mesma força, nem ser derrubado em qualquer outro filme do gênero.

Godfather é um filme que nos permite e nos obriga a assistí-lo várias vezes. Sugiro fortemente a quem já assistiu, repetir a oportunidade conferindo os comentários do Diretor, presentes no DVD, é surpreendente!


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